História
de um campeão

A trajetória até ele se tornar um dos principais atletas da natação mundial de todos os tempos

1981

Primeira medalha

Curiosamente, não foi em um torneio exclusivamente de natação. Foi em uma espécie de gincana, terminando na terceira colocação em uma prova de 50 metros na piscina. “Perdi o contato com as duas pessoas que terminaram na minha frente, mas aquela foi a minha verdadeira iniciação no esporte”, lembra-se Gustavo, que representou a Escola Estadual Capitão Antônio Justino Falleiros, de Ituverava, cidade do interior paulista. A medalha está guardada até hoje em um local especial.

1985

As provas de velocidade

Com o gosto pela natação estabelecido e a evolução, Gustavo começa a disputar cada vez mais torneios em São Paulo e nas cidades do interior. Dois momentos de destaque foram o Programa Pernambucanas de Natação e o Torneio Infanto-Juvenil de Natação/Jovem Pan Kibon. No primeiro, na etapa de São Paulo, termina a final B dos 50m livre com 30s09, em segundo lugar, mas leva a medalha da superação pelo fato de o tempo ter sido melhor do que o do terceiro colocado da final A. No Jovem Pan Kibon, registra seu melhor tempo, até ali, nos 100m, com 1min15s84.

1987

O Adeus a Ituverava

Com a evolução constante, Gustavo se vê obrigado a tomar uma decisão. Dessa maneira, troca Ituverava, onde treinava com Luiz Carlos Soares, por São Carlos, agora sob orientação de Maurício Frajacomo, o Piscinão. “Amadureci demais nesse ano”, ressalta Borges, que saltou de 26s13 para 24s88, nos 50m livre, e de 57s47 para 54s59, nos 100m. Foi o primeiro ano fora de casa e longe da mãe, dona Diva, e do pai, seu José Jovino.

1989

Saindo do anonimato

Aos 17 anos e, agora, nadando pelo Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo, com Alberto Klar, Gustavo Borges se transforma no principal nadador do país. Definitivamente, começa a colecionar medalhas em torneios importantes, como o Campeonato Paulista Absoluto de Inverno, o Campeonato Brasileiro Juvenil e, principalmente, o Troféu Brasil, o mais importante do calendário nacional e no qual é ouro nos 50m e 100m livre pela primeira vez.

1990

Sul-Americano, Copa Latina e US Open

O ano de 1990 fica marcado por muitas conquistas internacionais relevantes de Gustavo. No Sul-Americano de Rosário, na Argentina, foram três provas e três ouros: 50m, 4 x 100m e 4 x 200m livre. Na Copa Latina do México, um mês depois, um bronze, no 4 x 100m livre. Neste ano, também se muda para a Flórida, nos Estados Unidos, e passa a estudar e nadar pela Bolles School. No torneio estadual local, o High School Swimming Championship, também também tem 100% de aproveitamento, subindo ao degrau mais alto do pódio e estabelecendo, inclusive, o novo recorde estadual das 100 jardas livre. Dias mais tarde, no US Open, leva o bronze nos 100m livre, superando Matt Biondi, recordista mundial e campeão olímpico da distância em Seul-1988. Em julho, mas no Brasil, no Troféu José Finkel, vence a mesma prova e, com 48s59, se torna o primeiro nadador do país a completar a distância abaixo de 49 segundos, na piscina curta (25m).

1991

Brilhando no Pan de Havana

O ano começa, na verdade, com a disputa do Mundial de Esportes Aquáticos de Perth, na Austrália, em piscina longa (50m). Nele, Gustavo até estabelece o novo recorde sul-americano dos 50m e 100m livre, com 23s15 e 50s77, respectivamente, mas não vai ao pódio (fica em 12º em ambos). Em agosto, porém, nos Jogos Pan-Americanos de Havana, em Cuba, cinco medalhas entram na coleção do nadador, as principais até ali, os ouros nos 100m e 4 x 100m livre. As demais foram as pratas nos 200m e 4 x 200m e o bronze nos 50m livre. São as primeiras conquistas internacionais realmente relevantes de Gustavo, que dão a ele a confiança e o respeito definitivos para continuar batendo de frente com alguns dos principais rivais no mundo.

1992

Prata na Olimpíada e respeito nos EUA

Em março, agora já na Universidade de Michigan, disputa o NCAA, torneio universitário americano extremamente importante e tradicional. Conquista duas medalhas de ouro, uma de prata, o título de melhor atleta entre os estudantes do primeiro ano (que recebem o nome de “freshman”) e o posto de maior pontuador individual da faculdade. Foi um esquenta para o que realmente valia na temporada, a Olimpíada de Barcelona. Existia uma grande expectativa de que Gustavo ficasse entre os três primeiros nos 100m livre, subindo, assim, ao pódio. De fato, isso aconteceu. Mas não sem um drama incrível. Na final, o brasileiro terminou a distância na segunda colocação, mas o placar eletrônico não confirmou isso. Os resultados iniciais indicavam Borges na oitava e última posição. “Mas tanto um câmera quanto as pessoas na arquibancada me diziam que eu havia sido segundo”, explica. Só depois de 20 minutos, com a revisão do resultado e a pressão da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), a justiça foi feita. A performance foi corrigida e os 49s43 garantiram não apenas o novo recorde sul-americano como, também, a prata. Gustavo ainda nada outras três provas: finalista no 4 x 100m, terminando em sexto, 13º nos 50m e 22º nos 200m livre. “Essa prata foi o melhor resultado de toda a minha carreira, seguida do ouro no Pan de Havana”, sentencia.

1993

Tem recorde mundial na parada! E muito, muito ouro

Campeão pan-americano e medalhista olímpico, Gustavo Borges dá continuidade à carreira com mais uma conquista de peso. Em 1993, o brasileiro coloca não apenas um, mas TRÊS recordes mundiais no currículo, todos em piscina de 25 metros. No Troféu José Finkel, em Santos, nada os 100m livre para 47s94. Três dias depois, no mesmo evento, combina com Fernando Scherer, Teófilo Ferreira e José Carlos Souza Júnior para 3min13s97 no 4 x 100m livre. Por fim, meses depois, a mesma equipe melhora a marca, com 3min12s11, levando o ouro no Mundial de Palma de Mallorca, na Espanha. Na ocasião, Gustavo nada a parcial dele em 46s66, outro feito inédito, mas que não pode ser homologado como recorde mundial porque a saída foi “lançada”, ou seja, ele não estava parado no bloco quando pulou na água. Nesse mesmo Mundial, mais duas medalhas: prata nos 100m e bronze no 4 x 200m livre. No cenário universitário, se estabiliza como principal nadador de Michigan: na Conferência Big Ten, disputa sete provas e vence todas, e, no NCAA, coloca no peito mais dois ouros, uma prata e um bronze.

1994

NCAA, Mundial de Roma e um novo apelido

Torna-se o maior pontuador individual do NCAA, com 57 pontos, o que lhe dá o título de nadador do ano. Pouco antes, no Big Ten, conquista sete medalhas, três de ouro, três de prata e uma de bronze.

No Mundial de piscina longa, em Roma, Gustavo leva duas medalhas de bronze: nos 100m e no 4 x 100m livre. Nesta última prova, quando pulou na água, o Brasil caminhava para o quinto lugar. Com boa recuperação, supera Alemanha e Suécia e bate na borda em terceiro lugar. Dali em diante, ganha dos americanos o apelido de Mr. Relay (Senhor Revezamento).

1995

Chuva de medalhas e capa de revista

Em número de conquistas, é um dos melhores anos da carreira de Gustavo. Nos Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata, na Argentina, foram quatro medalhas, sendo duas de ouro (100m e 200m livre) e duas de prata (4 x 100m e 4 x 200m livre). No torneio universitário americano, como capitão da equipe de Michigan, vence as três provas de velocidade, as 50, 100 e 200 jardas livre. Foi o primeiro na história a levar as 100 jardas por quatro anos consecutivos. “Gustavo nadou e agiu como um verdadeiro campeão”, elogiou o técnico Jon Urbanchek. No fim do ano, no Mundial de piscina curta do Rio de Janeiro, mais quatro medalhas no peito: ouro nos 200m e no 4 x 100m, prata nos 100m e bronze no 4 x 200m livre. Em sete competições importantes, o saldo do ano é de 31 pódios, com 19 ouros, 11 pratas e um bronze, o que o coloca na capa da mais importante revista sobre natação do mundo, a “Swimming World”.

1996

Prata e bronze olímpicos para a conta!

O ano fica marcado pela disputa da Olimpíada de Atlanta e por mais dois pódios inesquecíveis para Gustavo. Nos 200m livre, mais uma prata, repetindo Barcelona-1992, com recorde sul-americano: 1min48s08. Nos 100m, bronze, com 49s02, outra marca continental. O nadador passa a ser o primeiro brasileiro na história com três medalhas olímpicas, o que, dias depois, seria igualado pelo velejador Torben Grael. Tudo isso com apenas 23 anos de idade…

1997

Ouro, prata e… Canudo!?!?

A cidade de Gotemburgo, na Suécia, é sede de mais um Mundial de piscina curta. Gustavo, mais uma vez, representa o Brasil e vai ao pódio: ouro nos 200m e prata nos 100m livre. Forma-se em Economia pela Universidade de Michigan, concluindo uma etapa importante da vida e um dos principais objetivos quando decide ir morar nos Estados Unidos.

1998

Terceiro recorde mundial

No Mundial de longa, novamente em Perth, na Austrália, Gustavo vai a três finais: termina em quinto nos 100m, oitavo nos 200m e sexto no 4 x 100m livre. Mas, para o ano não chegar ao fim sem um feito de destaque internacional, o nadador, ao lado de Fernando Scherer, Carlos Jayme e Alexandre Massura, quebra pela terceira vez consecutiva o recorde mundial do 4 x 100m livre em piscina curta. A marca, de 3min10s45, foi obtida no Vasco da Gama, após o encerramento do Troféu José Finkel. “Depois de tanto esforço, nada mais justo do que terminar o ano com um recorde mundial”, celebrou Borges, na época. O parcial dele foi de 46s76.

1999

Teve tanta, mas tanta coisa boa!

O ano é tão bom, dentro e fora das piscinas, que vale ser contado em tópicos:

1)  No Pan de Winnipeg, no Canadá, pela primeira vez na história, o Brasil fica com a medalha de ouro no 4 x 100m medley. Nadando com Alexandre Massura (costas), Marcelo Tomazini (peito) e Fernando Scherer (borboleta), Gustavo fecha a prova no crawl, com o tempo de 3min40s27, novo recorde sul-americano.

2) No mesmo torneio, sobe mais duas vezes ao lugar mais alto do pódio, nos 200m e no 4 x 100m livre, fechando a participação, ainda, com a prata no 4 x 200m e o bronze nos 100m.

3)  A performance faz de Gustavo, até aquele momento, o atleta brasileiro com mais ouros em Pans (sete, ao lado dos mesatenistas Hugo Hoyama e Cláudio Kano) e o recordista absoluto no total, com 15 medalhas (além das sete douradas, são mais seis de prata e duas de bronze, em três edições).

4)  Na Copa do Mundo de natação, também em piscina curta, assume a liderança do ranking, com 11 medalhas.

5)  No Troféu Brasil, consegue índice para disputar mais uma prova na Olimpíada seguinte, em Sydney, os 100m livre – e, consequentemente, o 4 x 100m, que viria a ser muito bom…

6) Coloca em prática um sonho antigo: a realização do primeiro Troféu Gustavo Borges, evento para jovens talentos que teria mais dez edições, nos anos seguintes.

7)  E, por fim, a notícia mais importante e feliz do ano: nasce Luiz Gustavo, primeiro filho do nadador e de Barbara Franco, esposa e ex-nadadora, em Jacksonville, na Flórida.

8)  Ufa…

2000

Bronze que vale ouro

Na terceira Olimpíada da carreira, em Sydney, a quarta medalha foi conquistada: bronze no 4 x 100m livre, que teve os donos da casa, os australianos, surpreendendo e batendo os favoritos americanos para levar o ouro. Gustavo nada ao lado de Fernando Scherer, Carlos Jayme e Edvaldo Valério, que fechou a prova com muita velocidade, o que lhe rendeu o apelido de Bala. Nos 100m livre, Gustavo termina em 16º. Cada vez mais se destacando pela posição de liderança, integra um exclusivo comitê de atletas da Federação Internacional de Natação (Fina) e começa, aos poucos, a pavimentar o caminho para fazer a transição das piscinas para o mundo do empreendedorismo. Também dá o pontapé inicial para outro projeto que há algum tempo queria colocar em prática, o lançamento de um projeto social, o “Nadando com Gustavo Borges”.

2001

Reconhecimento internacional: um dos melhores da década

A Fina divulga uma pesquisa apontando quais foram os melhores nadadores da década de 90. O levantamento leva em conta resultados internacionais de destaque, como medalhas e quebras de recordes mundiais, assim como participações em eventos de primeira linha. E Gustavo Borges aparece na 13ª posição, à frente de nomes como os americanos Jeff Rouse (14º) e Tom Dolan (15º), o holandês Pieter van den Hoogenband (17º), o britânico Mark Foster (23) e o italiano Maximiliano Rosolino (24).

2002

A última medalha em Mundiais

MOSCOU, 08/04/2002
VI – MUNDIAL DE NATAÇÃO EM PISCINA CURTA (25M)
GUSTAVO BORGES, MEDALHA DE PRATA
FOTO SATIRO SODRÉ – DIVULGAÇÃO CBDA

No Mundial de piscina curta de Moscou, na Rússia, fica com a medalha de prata nos 200m livre. Também quebra um recorde sul-americano pela última vez na carreira, no 4 x 200m livre, com 7min09s14, ficando muito perto da conquista de mais um pódio, terminando na quarta posição com a equipe brasileira. Voltando a São Paulo, lança o primeiro livro, “Lições da Água”, pela Editora Gente, no qual conta sua história.

2003

Teve Pan-Americano, e adivinha só…

Nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na República Dominicana, é claro que Gustavo vai ao pódio. Conquista quatro medalhas: ouro no 4 x 100m, prata no 4 x 200m e bronze nos 100m livre, além da prata no 4 x 100m medley. Dessa maneira, chega a 19 conquistas em Pans, se consolidando como o melhor brasileiro na história, até aquele momento, com oito ouros, oito pratas e três bronzes (seria ultrapassado apenas 12 anos depois, pelo também nadador Thiago Pereira). Gustavo vira de vez empresário, inaugurando a primeira unidade das academias que levam seu nome, em Curitiba (PR).

2004

Um ciclo acaba, outro começa

Atenas, Grecia, 10/08/04
Jogos Olimpicos
Natacao
Treino da Selecao Brasileira de Natacao em Atenas
Gustavo Borges
Foto: Satiro Sodre – Divulgacao CBDA.

Na Olimpíada de Atenas, na Grécia, Gustavo disputa a última competição da carreira. Dá deus à natação competitiva após o 4 x 100m livre, no qual termina a prova com a equipe brasileira na 12ª colocação. “Eu não poderia deixar de me despedir do esporte na mais importante competição do mundo”, disse, na época, feliz com tudo o que havia conquistado. Como reconhecimento pelos feitos, o nadador é o porta-bandeira da delegação brasileira na festa de encerramento daquela edição dos Jogos. Chegando no Brasil, reúne amigos e novos e promissores nomes da natação brasileira para um evento de despedida no Esporte Clube Pinheiros, que tanto defendeu por muitos anos. Simbolicamente, é “impedido” pelos companheiros de piscina de dar a última braçada da carreira, na chegada na borda, gesto que teve como objetivo “não colocar um ponto final” na história. Agora já estabelecido como empresário, Gustavo faz a transição definitiva de carreira somando quatro medalhas olímpicas e 19 em Jogos Pan-Americanos.

2005

Fora das piscinas (mas nem tanto…)

Agora já fora das piscinas (mas não tanto assim), funda e começa as atividades da Metodologia Gustavo Borges, em 17 de março, a principal metodologia de ensino de natação do Brasil.

2008

A quinta Olimpíada!

Não, desta vez, não foi como nadador. Mas como comentarista. Gustavo vai à China para comentar, in loco, a Olimpíada de Pequim, pela TV Globo.

2012

Nome ainda mais eternizado

Em maio, em cerimônia na cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, Gustavo tem o nome incluído no Hall da Fama Internacional da Natação (leia mais sobre isso logo abaixo).

2013

Reconhecimento ‘em casa’

Depois do Hall da Fama Internacional da Natação, foi a vez de Gustavo receber a homenagem em Michigan. Em fevereiro, ele tem o nome incluído no Hall da Honra da universidade, pela performance nos quatro anos em que a representou. Nesse período, foram dez títulos individuais e 24, no total, no NCAA. Além disso, 20 da Conferência Big Ten (que, na verdade, reúne as 14 principais universidades americanas na disputa).

Perfil do atleta

Hall da Fama
Internacional
da Natação

Gustavo Borges é um dos principais nomes da natação mundial. Com quatro medalhas olímpicas e 19 em Jogos Pan-Americanos, é exemplo de motivação e foco dentro e fora das piscinas.


Nascido em Ribeirão Preto, mas com a cidade de Ituverava no coração, por ter crescido e passado a infância nela, Gustavo, de 2m03, brilhou nas principais competições pelo planeta, o que rendeu a ele um lugar no Hall da Fama Internacional da Natação, com sede na Flórida (EUA).

A cerimônia foi realizada em 12 de maio, na cidade de Fort Lauderdale. Gustavo se tornou o segundo brasileiro na seleta lista, ao lado de Maria Lenk, que recebeu a honraria em 1988.

“É o maior prêmio para um atleta após a carreira esportiva. Essa homenagem ficará na minha memória para sempre, assim como as medalhas olímpicas. Eu valorizo muito a história do esporte, e o Hall da Fama faz com que essa memória continue viva na cabeça das pessoas”, disse Gustavo.

Esportista e empreendedor

Gustavo França Borges

Data de nascimento
2 de dezembro de 1972
Ribeirão Preto (SP) - Brasil.

FORMAÇÃO
Economia pela Universidade de Michigan
Ann Arbor, MI, EUA

Clubes que representou
A. A. Ituveravense, A. A. Francana, São Carlos Clube, C.R. Vasco da Gama e E.C. Pinheiros

Escolas que representou
Bolles School, FL, USA
Universidade de Michigan, MI,USA

Técnicos
Ivana Junqueira de Castro
Luiz Carlos Borges
Luiz Carlos Soares
Maurício Frajacomo
Alberto Klar
Greg Troy
Jon Urbanchek
Joe Goeken e
Alberto Silva

Principais projetos realizados
Troféu Gustavo Borges de Natação 11 edições, de 1999 a 2009
Projeto social Nadando com Gustavo Borges
Sete anos de atividade, de 2000 a 2007
Metodologia Gustavo Borges de natação
Lançamento e capacitação para mais de 400 estabelecimentos espalhados pelo Brasil e fora dele, como Chile e Estados Unidos


Obras
“Nadando com Gustavo Borges” (DVD)
“Técnicas do Nado Crawl” (DVD)
“Lições da Água” (livro)
“Tchibum!” (livro com ilustrações de Daniel Kondo. Obra teve menção honrosa na Feira de Bologna, a principal de livros infantis no mundo, em 2010)

Profissão
Gustavo Borges é empresário e comanda um conglomerado de empresas, sendo a principal delas a Metodologia Gustavo Borges. Esta é referência em assessoria de gestão aquática, atendendo mais de 420 simultaneamente pelo país.
Palestrante motivacional para empresas. O foco é inspirar líderes e equipes inteiras dos mais diversos setores.

Outros Cargos
Presidente da Acad (Associação Brasileira de Academias)
Vice-chairman do Comitê de Atletas da Fina (Federação Internacional de Natação), de 2009 a 2013

Hall da Fama
Gustavo Borges faz parte do Hall da Fama Internacional da Natação, com sede na Flórida, nos Estados Unidos. O multimedalhista foi incluído em 2012.

Hall of Honors Michigan
Gustavo Borges faz parte do Hall da Honra da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. A inclusão foi em 2013.

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